sábado, 5 de fevereiro de 2022

A direita no Rio Grande do Sul já faz água com seus "nanicos" candidatos

Quem ousava imaginar que a "direita" de Onyx Lorenzoni e Luiz Carlos Heinze  não sairia vitoriosa na eleição de outubro de 2022 para o governo do estado?  A simples  presença de Bolsonaro em seus palanques era sinônimo de prestígio e poder.
Sem ter começado,  Heinze e Onyx já assistem suas campanhas "fazer água".  
      O novo inquilino do Palácio Piratini sairá do acordo entre Eduardo Leite(PSDB) e Gabriel de Souza do MDB. Os dois jovens políticos tem provocado calafrios nos velhos caciques da política gaúcha.  Leite "namora" com o PSD de Kassab e pode concorrer a presidência pelo PSD. Gabrielzinho é "ator" na luta mortal que trava com o deputado federal Alceu Moreira pelo controle do partido no estado. Essa disputa definirá governador e vice: Paula Mascarnha  e Gabriel ou Gabriel e Paula Mascarenhas.
   Nada sobra para Onyx e Heize.  Um com 16 %  e outro com 5%, intenções de voto, que somadas  chegam a 21%, número que suas legendas (PP e DEM) historicamente conseguiram nas urnas para o governo estadual.  
Existe um certo  consenso nos grupos influentes da direita tradicional  do RS de que o presidente, ao contrário do que apostava até o final do ano, hoje representa mais problemas do que votos e que seus candidatos (Onyx e Heinze) estão à deriva. 


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